Jesus, embora tão fraco eu seja, tão incapaz;Quero-te como meu descanso;
O mundo passa, a vida passa como em um furioso rio;
Querendo levar-me em sua correnteza;
Mas um cântico suave entrou em mim;
Falando-me do Teu amor por mim;
Quero só tuas mãos feridas a me guiar;
Se Teu amor for meu deleite, não temerei a mais densa escuridão;
Eu te amarei mesmo que nada veja.
Hoje eu sei, já não é o céu que eu procuro;
A cruz é o lugar onde desejo estar;
De que valem os céus, Senhor, sem teu amor?
O teu amor é o meu céu;
A cruz tem sido o meu lugar de prazer;
O meu lugar de deleite;
O meu lugar de riqueza e contemplação;
Embora a muito tenha morrido, Senhor;
Seu sacrifício, é minha contínua memória;
Meu jardim de amores, minha escolha;
Gosto de parar diante da cruz;
Desprezo todas as coisas só pra te olhar, Jesus;
Pois vejo ali o ápice de sua entrega por mim;
Seu amor ali sempre me constrange a lagrimas;
Sempre sacia meu coração de amor;
Jesus, Senhor, como és lindo!
Todo meu ser descansa na beleza deste teu amor;
Obrigado Senhor.
Mas, aleluia, quando na glória eu te ver;
Não serão os anjos, os louvores da inumerável multidão;
Que me farão estremecer de amor;
Serão suas mãos, Senhor;
Vou querer ver de novo as marcas que ficaram;
As marcas da cruz que ficaram em ti;
As marcas do teu amor por mim.
João 20:27 Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente.
Cântico 5:4 O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele.
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